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terça-feira, 20 de dezembro de 2011
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domingo, 27 de novembro de 2011
Marco Antonio Saraiva autografa o livro de poesias, Sol Sustenido, em coquetel de lançamento, nesta terça, 29/11.
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No
dia 29 de novembro, terça-feira, o mestre em Literatura Portuguesa e
poeta, Marco Antonio Saraiva, autografará, a partir das 18:00h até
22:00h, em coquetel de lançamento, o livro de poesias “Sol Sustenido”,
na Moviola Livraria, em Laranjeiras (Rua das Laranjeiras, 280, lojas B e
C).
Marco
Antonio Saraiva é carioca, nascido em 1963 no Rio Comprido e criado no
bairro de Santa Cruz; formado em Ciências Biológicas pela FAMATH,
Português-Literatura pela UFRJ, é mestre e doutorando em Literatura
Portuguesa na mesma instituição pública. Entre Nervuras foi seu primeiro livro pela Editora Sette Letras editado no ano de 1995, e o segundo, Sete Jardins e Uma Paisagem,
pela Editora Impressões do Brasil em 1997; em 1998 integrou a obra,
"Esses Poetas - Uma Antologia dos anos 90”, organizada pela professora e
crítica Heloísa Buarque de Holanda.
Nas
palavras do ensaísta e professor de Literatura mineiro Antônio Sérgio
Bueno, prefaciador do livro, “este livro é ambicioso, não pretensioso.
Seu vocabulário erudito adéqua-se bem ao seu conteúdo enciclopédico.
Seus poemas precisam ser estudados, não apenas lidos. Estamos diante de
um exigente poeta culto, que dialoga com toda a tradição cultural do
Ocidente (Mitologias, textos sagrados, autores de várias línguas e
nacionalidades). Este ótimo poema curto é um exemplo de mescla de
ESTÉTICA, FILOSOFIA E MITOLOGIA:
“O EU
Se o rio
não fosse
turvo,
Narciso
teria visto
o fundo”
SERVIÇO:
Data: Dia 29 de novembro de 2011, terça-feira, de 18h as 22h
Local: Moviola Livraria. Rua das Laranjeiras, 280, lojas B e C, Laranjeiras.
segunda-feira, 14 de novembro de 2011
domingo, 13 de novembro de 2011
sábado, 8 de outubro de 2011
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quarta-feira, 14 de setembro de 2011
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quarta-feira, 4 de maio de 2011
domingo, 27 de março de 2011
Lançamento do livro Maria Passarinho
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O Café com Leite Literário, no último sábado, foi um barato!!
Com a presença da autora do livro Maria Passarinho; Teca Barcellos e os ilustradores Ciça e Fabiano e participação especial de Joaquim de Paula, animando a criançada com sua rabeca e acordeom.
Em Maria Passarinho (Mirabolante), a atriz, cantora e roteirista Teca Barcellos narra a história de uma menina que, brincando no quintal, descobre que pode voar. Sem asas, sem avião, sem medo. Voa sozinha, com o desejo de chegar aos lugares que vê de baixo e descobrir os segredos que os adultos escondem.
Com a presença da autora do livro Maria Passarinho; Teca Barcellos e os ilustradores Ciça e Fabiano e participação especial de Joaquim de Paula, animando a criançada com sua rabeca e acordeom.
Em Maria Passarinho (Mirabolante), a atriz, cantora e roteirista Teca Barcellos narra a história de uma menina que, brincando no quintal, descobre que pode voar. Sem asas, sem avião, sem medo. Voa sozinha, com o desejo de chegar aos lugares que vê de baixo e descobrir os segredos que os adultos escondem.
segunda-feira, 3 de janeiro de 2011
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quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
terça-feira, 19 de outubro de 2010
GLOBAL: BIOPODER E LUTA EM UMA AMERICA LATINA GLOBALIZADA
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Aproveitando a presença de Giuseppe Cocco na Moviola, no evento da próxima sexta (22/10), segue reedição de um post de janeiro de 2009, sobre um de seus livros, como sugestão de leitura:
Em "Glob(AL)", os italianos Antonio Negri e Giuseppe Cocco, importantes nomes da Esquerda mundial, apresentam um balanço crítico da teoria da dependência na América Latina em face do esgotamento de modelos: crise do projeto neoliberal e impossibilidade de volta do nacional desenvolvimentismo. Os autores propõem uma análise de interdependência e inovação do discurso político e teórico para compreender a realidade latino-americana neste novo contexto.
Editora Record
271 páginas
sexta-feira, 15 de outubro de 2010
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segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
Graaaande Hatoum!
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De Milton Hatoum, em entrevista ao jornal O Globo, um dos principais veículos da mídia, que em 2009 publicou diversas reportagens com de$$taque, para o "fim do livro", devido ao surgimento dos livros digitais e novas tecnologias que entram no mercado:
"O discurso sobre o fim do livro ou de uma cultura tradicional é coisa bem americana. Fast-food é uma porcaria, mas não acabou com a boa gastronomia. Hollywood não enterrou a possibilidade de se fazer bons filmes. A vulgaridade da cultura de massa não acabou com o romance norte-americano."
domingo, 31 de janeiro de 2010
Música Impopular, de Julio Medaglia
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Com esta sua Música Impopular, o maestro Júlio Medaglia está ajudando a tornar nossa bibliografia musical menos carente.
Para os amantes de música, é o tipo de livro que pode-se "devorar" em poucos dias.
Alguns capítulos do livro:
"A Base" sobre o compositor francês Claude Debussy e suas inovações no campo da harmonia.
"Le Massacre du Printemps" sobre o russo Igor Stravinsky, com particular atenção à sua obra-prima; A Sagração da Primavera (considerada por muitos um marco da composição no século XX).
"O Folclore Sou Eu": Sobre o Maestro Heitor Villa-Lobos.
"O Milagre Musical do Barroco Mulato": Um dos capítulos mais intessantes. Sobre a efervecência musical em Minas Gerais, incentivada pela Igreja, entre 1700 e 1790. Um período pouco documentado na história de nossa música.
quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
Salinger morre aos 91 anos
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O escritor J. D. Salinger, autor do famoso clássico “O Apanhador no Campo de Centeio”, morreu aos 91 anos de causas naturais em sua casa, segundo informou seu representante literário à agência de notícias Associated Press.
Publicado em 1951, “O Apanhador no Campo de Centeio”, que traz o rebelde protagonista Holden Caulfield, se tornou a obra mais famosa de Salinger. O autor frequentemente trabalhava com o tema da juventude precoce em seus contos da família Glass, bem como no livro "Franny e Zooey".
Salinger publicou sua última obra em 1965. Desde então, ele vivia em total isolamento, e se recusava a dar entrevistas e aparecer em qualquer mídia. Porém, em junho de 2009 seu nome foi visto em matérias por aí.
O caso é que Salinger processou o escritor sueco Fredrik Colting após este publicar "60 Years Later: Coming Through the Rye" (“60 Anos Depois: Deixando os Campos de Centeio”, em tradução livre). O livro seria como uma continuação da obra original - não-autorizada pelo autor -. A justiça acabou ficando do lado de Salinger e classificou o trabalho de Colting como “medíocre”.
quarta-feira, 30 de dezembro de 2009
Trilogia de Nova York, de Paul Auster
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O escritor estadunidense Paul Auster, faz parte daquela lista de artistas que seguem na contramão do direitismo convervador e sem sal que domina a arte de seu país, desde o fim dos anos 70. (assim como Woody Allen e Philip Roth, para citar alguns pares). E por isso e diversas outras qualidades, tornou-se cultuado internacionalmente. O escritor Daniel Piza uma vez o definiu como "uma espécie de ponte cultural entre Europa e EUA".
Seu nome surgiu com força no meio cultural com A TRILOGIA DE NOVA YORK, com os 3 contos; Cidade de Vidro, Fantasmas e O Quarto Fechado (difícil definir qual é o melhor). Mistura de policial detetive com filme noir, repleto de referências que vão do pop ao erudito, com inventividade própria dos grandes escritores.
Fica aqui a dica de uma ótima leitura, reforçada por trecho da resenha do jornal "San Francisco Examiner":
"A Trilogia de Nova York é simplismente cintilante... Obra de originalidade manifesta - se não de um gênio... Mais do que uma leitura satisfatória, trata-se de um livro eletrizante".
segunda-feira, 28 de dezembro de 2009
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domingo, 15 de novembro de 2009
Moviola recomenda: JAZZ COVERS
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Ideal para os fanáticos em discos de vinil! São 1.000 capas de disco de jazz dos anos 40 até os 90 em luxuosa edição da editora Taschen (496 páginas, importado). Cada capa é detalhada com informações como diretor de arte, fotógrafo, ano de lançamento, selo, etc. Também contém entrevistas com personalidades do mundo do jazz, Top 10 de DJs e muito mais!
sexta-feira, 23 de outubro de 2009
CAIM - Novo Romance de José Saramago
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Se, em O Evangelho segundo Jesus Cristo, José Saramago nos deu sua visão do Novo Testamento, neste Caim ele se volta aos primeiros livros da Bíblia, do Éden ao dilúvio, imprimindo ao Antigo Testamento a música e o humor refinado que marcam sua obra. Num itinerário heterodoxo, Saramago percorre cidades decadentes e estábulos, palácios de tiranos e campos de batalha, conforme o leitor acompanha uma guerra secular, e de certo modo involuntária, entre criador e criatura. No trajeto, o leitor revisitará episódios bíblicos conhecidos, mas sob uma perspectiva inteiramente diferente.
Para atravessar esse caminho árido, um deus às turras com a própria administração colocará Caim, assassino do irmão Abel e primogênito de Adão e Eva, num altivo jegue, e caberá à dupla encontrar o rumo entre as armadilhas do tempo que insistem em atraí-los. A Caim, que leva a marca do senhor na testa e portanto está protegido das iniquidades do homem, resta aceitar o destino amargo e compactuar com o criador, a quem não reserva o melhor dos julgamentos. Tal como o diabo de O Evangelho, o deus que o leitor encontra aqui não é o habitual dos sermões: ao reinventar o Antigo Testamento, Saramago recria também seus principais protagonistas, dando a eles uma roupagem ao mesmo tempo complexa e irônica, cujo tom de farsa da narrativa só faz por acentuar.
A volta aos temas religiosos serve, também, para destacar o que há de moderno e surpreendente na prosa de Saramago: aqui, a capacidade de tornar nova uma história que conhecemos de cabo a rabo, revelando com mordacidade o que se esconde nas frestas dessas antigas lendas. Munido de ferina veia humorística, Saramago narra uma estranha guerra entre o homem e o senhor. Mais que isso, investiga a fundo as possibilidades narrativas da Bíblia, demonstrando novamente que, ao recontar o mito e confrontar a tradição, o bom autor volta à superfície com uma história tão atual e relevante quanto se pode ser.
sábado, 15 de agosto de 2009
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